Consultório Técnico

Ask a new question
Cancel
TABELA DE AJUDAS DE CUSTOS

http://repositorio.ocam.org.mz/Biblioteca/OCAM/Formul%C3%A1rios/Tabela%20de%20Ajudas%20de%20Custos.pdf

Tenho no meu balacente conta de Diesel no valor de 500.000,00Mt e Gasolina no valor de 450.000,00Mt referente a ano N. junto a conta do diesel e gasolina e divide por 50% para o modelo 22. E Tenha de despesas de representacao 100.000,00Mt faco 80% para o Modelo 22. no ano N.

No caso do combustível (Disel + Gasolina) dizerem respeito a viaturas ligeiras de passageiros e não haver mapa de comprovativo , tem de adicionar as duas rubricas e acrescer ao resultado liquido, conforme art.º 36.º n.º1 alínea l, do CIRPC, a totalidade e não 50%, no quadro 8 campo 228 do Modelo22 para determinar o Lucro Tributável, como acresce a totalidade e para não haver dupla tributação já não acresce os 50% como encargos com a viatura. Relativamente às despesas de representação acresce 80% no campo 225 do Quadro 8

Uma empresa de transporte de mercadorias da aos seus motoristas por viagem 2.000,00 para Beira, 4.000,00 para Nampula ... e as viagem tem duração de uma semana. Esses valores São para custear as dormidas, alimentacao... e nao trazem na volta justificativos relacionados com os valores atribuidos. Por mes esses valores chegam a totalizarem 300.000,00 Mt. Sera que considero essas saidas de valores como ajudas de custos? e se nao como trantar? Sem mais de momento, aproveito para solicitar o mapa de calculo de kms.

Sim pode fazer como ajudas de custo e elabora um mapa por viagem,cuidado com os limites das ajudas de custo senão é tributado em IRPS. Junto envio o mapa.

Tenho uma venda de 30.000,00Mt e uma diferenca de caixa de 5.000,00Mt. e quando esta assim debitamos a diferenca de caixa no salario do trabalhador, e faco os seguintes lancamentos. 711- Credito-30.000,00; 111- Debito- 25.000,00; 45 - Debito- 5.000,00 como proceder a este caso?

Bom dia,está Bem contabilizado, pois reconhece o rédito pela totalidade da venda , como á uma diferença de caixa que é da responsabilidade do trabalhador debita uma conta da classe 4 para posterior desconto no salário.
Espero ter sido útil.

Um cliente pretende mudar o periodo de tributação para ser de Abril à Março. Além da carta de pedido de mudança de periodo que já fiz, o que devo fazer na Contabilidade caso tenha o despacho favorável?

Segundo o n.º 2 do art.º 7.º do Código do IRPC, ... As sociedades e outras entidades sujeitas a IRPC podem adoptar um período de tributação não coincidente com o ano civil, desde que devidamente autorizado por despacho do Ministro das Finanças, o qual deve ser mantido durante, pelo menos, os 5 exercícios seguintes: A alínea d) do n.º 4 do art.º 7.º refere que:
No exercício em que seja adoptado um período de tributação diferente do que vinha sendo seguido nos termos gerais, este é constituído pelo período decorrido entre o início do ano civil e o dia imediatamente anterior ao do inicio do novo período.
Por exemplo: A sociedade X, é autorizada a adoptar um período de tributação de Abril a Março. No ano n vai ter de efectuar o encerramento de contas quer no aspecto contabilístico quer no aspecto fiscal, relativo ao período de 1 de Janeiro a 31 de Março e a entregar as respectivas obrigações declarativas, em Abril começa novo período de tributação e assim se terá de manter durante pelo menos 5 exercícios. O Período anterior ao da adopção do novo período em regra é inferior a um ano civil

Boa dia ilustres!Gostaria que me esclarecessem o seguinte:Uma sociedade por quotas (IRPC) do regime normal em IVA e de regime simplificado de escrituração observou um incendio de grande proporção tendo parte significativa da sua mercadoria tomada pelas chamas. A verdade é que elapela sinistralidade apurou perdas e foram quantificadas com fiabilidade.Será esse custo aceite fiscalmente uma vez que contabilisticamente observou-se uma perda?Qual éa base legal?Obrigado

Relativamente á questão que colocou, temos a esclarecer o seguinte:

A sociedade por quotas por força do Código Comercial tem de ter contabilidade organizada, mas fiscalmente está enquadrada no regime simplificado , nos termos do art.º 47.º do CIRPC, logo os gastos reconhecidos na contabilidade relativos ao incêndio e subsequente destruição das mercadorias não é um custo fiscalmente aceite, na medida em que, no regime simplificado de determinação do lucro tributável, o apuramento do lucro tributável resulta da aplicação dos coeficientes aos rendimentos e não através do resultado contabilístico.
Em relação ao IVA, para que a dedução do IVA suportado na aquisição das mercadorias sinistradas, seja aceite deve a relação das mesmas deve ser entregue no Bairro Fiscal sob a forma de auto de abate.

Ficamos ao dispor para qualquer esclarecimento.

Cumprimentos

Eu tenho um cliente que ganhou um concurso para o fornecimento de bens as instituições do Estado a partir do próximo ano. Eu gostaria de saber, tratando-se do Estado, se deve facturar com IVA ou não, gostaria se me indicasse o Artigo que trata dessa questão

As vendas de bens ao Estado estão sujeitas a IVA, a não ser que haja alguma legislação específica, que não conheço, pois o n.º3 doa art.º 2.º diz que ... o Estado e as demais pessoas colectivas não são sujeitos passivos de IVA quando realizem operações no âmbito dos seus poderes de autoridade.... no caso que me apresenta o Estado está a adquirir logo nas aquisições o Estado tem de suportar o IVA.

IVA na venda de uma viatura de turismo usada, que quando adquirida ficou excluída do direito á dedução.

No caso de aquisição de uma viatura de turismo ( viatura de turismo é uma viatura ligeira de passageiros ou mista com menos de 9 lugares incluindo o condutor), a mesma não tem direito á dedução de IVA por força do n.º 1 al. a) art.º 20.º do CIVA, quando as mesmas não se destinam ao objecto da actividade, isto é, transporte públicos, rent a Car, etc.

Como o IVA nestas condições é excluído de direito á dedução, aquando da sua venda (usado), é isento de liquidação segundo a al e) do n-º 12 do art.º 9.º do CIVA.

Espero ter respondido á pergunta, mas fico á disposição para qualquer esclarecimento.

1.º Que imposto se trata?

O IRPC, não incide sobre stocks, mas sobre rendimentos
Se em 2014 tinha de existências finais 8500t x 2500Mt quer dizer que quando apurou o custo das existências vendidas e consumidas, tal como equação a seguir apresentada.
CEVC = Existências Iniciais + Compras - Existências Finais +/-regularizações / Imparidades
as mesmas foram consideradas para a sua determinação. No inicio do exercício de 2015, as mesmas são consideradas como existências iniciais e voltam a entrar para a determinação co CEVC, no final de 2015 as 500t são consideradas existências finais. 
Os stocks estão relacionados com o custo logo não há incidência de imposto.

Nome: Andre Jose MutuineAssunto : Dúvidas sobre modelo B de substituição do IVAMensagem (Obrigatório): Bom dia Sou Contabilista, por lapso no mês de Setembro declarei vendas isentas no valor de 700.000,00 e em Dezembro na reconciliação das contas verifiquei que das vendas declaradas 500.000,00 corresponde a uma nota de débito referente a devolução do cheque emitido para o cliente, o valor que devia ter declarado era de 200.000,00mt, gostaria de saber qual é o procedimento e as possíveis consequências. Melhores cumprimentos André MutuineEmail: amutuine@yahoo.com

Relativamente á incorrecção das vendas isentas, deve fazer uma declaração modelo B de substituição, ainda que o erro se tenha verificado no mês de Setembro, deve entregar o modelo B, logo que tenha verificado o erro. As consequências relativamente ao Modelo B, são no caso de haver crédito de IVA, o mesmo não pode ser utilizado no modelo B e terá de aguardar pela comunicação da AT, para poder utilizar o crédito do imposto, não p podendo utilizar na declaração modelo A seguinte.

Membro do PAFA